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Nintendo está levando o Labo para as escolas nos EUA

O Kit Labo, disponível para o Switch, é nada mais nada menos que um monte de papelão que demonstrou uma nova forma de se divertir com o console. Apesar dessa descrição simplista, o kit dá várias opções ao usuário de forma inspiradora e desafiante.

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A ideia da Nintendo é que o kit permita aos usuários a criar e usar os recursos do console de forma divertida e educativa. Dentre as opções estão um piano, uma armadura de robô, uma vara de pescar e até uma casa.

Todas as opções disponíveis no mercado do Labo têm uma estrutura similar: as instruções são dadas na tela do console e a pessoa vai construindo um acessório com o papelão de acordo com o que o pacote tem – existem três diferentes até o momento. Por fim, basta brincar com a criação usando o Switch.

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E é graças à esse aspecto educativo, que a empresa decidiu se juntar à uma organização sem fins lucrativos de Nova York, Institute of Play, para conseguir levar o Labo para as escolas. Segundo o presidente e COO da Nintendo da América, Reggie Fils-Aimé : “Queremos que isso seja o mais acessível possível, para alcançar o máximo possível de educadores em potencial e o máximo possível de alunos em potencial”.

Para atingir o seu objetivo, a Nintendo pretende levar vários kits Labo para algo em torno de 100 escolas americanas. Enquanto isso a organização, citada anteriormente, vai estar trabalhando para criar manuais que ajudem os professores a integrarem os kits em suas aulas.

Segundo a co-diretora executiva do Institute of Play, Arana Shapiro, o objetivo é somente guiar os professores e não criar um único caminho para eles seguirem. Ela também comentou que eles estão “tentando dar apoio e estrutura suficientes para que os professores possam ser criativos com as maneiras que desejam integrar o Labo em suas próprias salas de aula”.

As escolas que se interessarem em participar desse programa precisam inscrever a instituição de ensino e aguardarem para serem selecionadas. Para Shapiro é importante a distribuição para uma grande parcela de professores e alunos, a fim de diversificar as criações, ela também afirmou:
“Geograficamente diversificados, socioeconomicamente diversos, estamos tentando fazer um mix de escolas públicas e privadas. Estamos tentando dar conta dessa diversidade que realmente queremos”.

Certamente é uma maneira inovadora de introduzir às crianças ao meio tecnológico e de forma educativa e divertida. Assim como Fils-Aimé afirmou: “Achamos que é importante que as crianças sejam expostas ao STEAM e, especialmente, à parte da ‘Arte’ do STEAM. Muitos educadores em todo o país estão falando sobre STEM, e o STEM claramente é importante. O aspecto artístico, o aspecto prático, é algo importante para nós”. (STEAM é uma sigla em inglês designada para Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática).

As crianças que já foram incluídas no projeto tem demonstrado bastante interesse e empolgação para aprender, alguns dos adultos ainda olham para o projeto com ceticismo. E você o que acha do projeto? Deixe nos comentários sua opinião sobre o assunto!



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um comentário

  1. Nossa! Achei muito bacana.
    Sempre acho válido essa questão de aprender brincando. Esbarramos sempre na viabilidade econômica de um projeto desses. Espero que em breve, futuros consoles sejam mais que isso. Sejam também uma ferramenta que pode ser utilizada no dia a dia em escolas e até ambiente de trabalho. Quanto mais universal o uso… Melhor.