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Confira nossa lista com os 20 melhores jogos já lançados para o Mega-Drive!

Mesmo os jogadores mais novos, que vivenciaram apenas as duas ou três últimas gerações de videogames, já ouviram falar em algum momento da grandiosa Guerra dos Consoles que se deu durante os anos 90 em meio à era dos 16 bits. E levando em consideração a opinião da maioria dos gamers daquela época, além de analisar os números em termos de vendas, dá pra afirmar que o Super Nintendo acabou sendo o grande vencedor daquela batalha.

Mas é inegável que o lado azul da força vendeu muito caro esse triunfo, já que seu consagrado Sega Genesis (ou Mega-Drive para o público brasileiro) recebeu inúmeros títulos que ficaram marcados na história como grandes clássicos atemporais. Inclusive, levando-se em consideração apenas a qualidade dos jogos de ambas as plataformas, muitos afirmam que não seria exagero decretar um empate técnico neste confronto.

Mas independente de números ou opiniões, o fato é que nosso querido Mega-Drive realmente tinha muitos jogos bons. E para relembrar o porquê desse console ter conseguido competir em pé de igualdade contra o aclamadíssimo Super Nintendo, vamos apresentar agora nossa lista com os 20 melhores jogos já lançados para o Mega-Drive!

Sonic The Hedgehog 2

Começando nossa lista em alta velocidade, temos Sonic The Hedgehog 2, aclamadíssima sequência do título que apresentou o mascote azul da Sega para o mundo. E assim como toda boa sequência deve fazer, Sonic 2 simplesmente elevou todas as características técnicas de seu antecessor, como gráficos, som e jogabilidade, a outro patamar de qualidade.

E além de melhorar o que já era bom, o segundo jogo do ouriço velocista ainda introduziu novos e excelentes recursos que acabaram sendo perpetuados no decorrer da franquia, como o clássico “Spin Dash”, a transformação em “Super Sonic” e o novo personagem Tails, que passou a possibilitar que os jogos da série fossem desfrutados por até dois jogadores em modo cooperativo. Um verdadeiro marco!

Comix Zone

Em 1995, nos últimos suspiros da era dos 16 bits, tudo indicava que as desenvolvedoras da época já haviam feito de tudo que era possível em termos de inovação. Mas Comix Zone mostrou que é possível trazer algo novo e super interessante inovando em aspectos artísticos em detrimento de recursos técnicos.

O game colocava o jogador na pele de um rapaz que era transportado para dentro de uma história em quadrinhos, literalmente. Então, para progredir em Comix Zone era necessário avançar de quadrinho em quadrinho como se estivéssemos lendo um gibi. E claro, como mandava a cartilha da época, não havia como avançar no jogo sem deitar na porrada tudo o que aparecesse em seu caminho, no melhor estilo Beat’n Up.

Shining Force II: The Ancient Seal

Quando o assunto é RPG na era dos 16 bits, por mais fã da Sega que você seja, há de se admitir que a Nintendo levou a melhor nesse campo com os lançamentos de Chrono Trigger e Final Fantasy III. Mas se hoje podemos dizer que o lado azul da força chegou ao menos a resistir bravamente nesse confronto em especial, isso se deve exclusivamente a dois títulos específicos, sendo um deles Shining Force II: The Ancient Seal.

Neste RPG tático, o jogador podia usar seus turnos para movimentar seus personagens pelo mapa e realizar ações, como ataque, defesa e utilização de itens. Também era possível explorar cidades e castelos, interagir com NPCs, encontrar tesouros e ainda escolher diferentes caminhos de evolução para cada personagem. Consegue imaginar algo assim naquela época?

Gunstar Heroes

Se hoje reconhecemos a existência de um gênero chamado “Run’n gun”, isso com certeza se deve ao grande título que o consagrou: Gunstar Heroes. E se você nunca se aventurou no estilo, e quer dar uma chance a este verdadeiro clássico, lembre-se antes apenas de verificar se seu coração está em dia, pois a adrenalina vai a mil enquanto você corre em alta velocidade, atira e tentar desviar de disparos, tudo ao mesmo tempo.

E quer saber qual é o melhor de tudo? Gunstar Heroes possui modo cooperativo para dois jogadores, o que aumenta a diversão e o tamanho do caos na tela de jogo. Ah, e uma dica: no modo campanha, selecione sempre o nível de dificuldade mais alto caso queira aproveitar 100% do que o jogo tem a oferecer, já que alguns chefes só revelam sua verdadeira forma dessa maneira.

OutRun

Nascido em 1986 para os Arcades, o clássico OutRun fez tanto sucesso que acabou recebendo uma versão para o Mega-Drive em 1991, para a alegria da galera do sofá. Apesar de ser considerado popularmente como um game de corrida, seu criador Yu Suzuki fez questão de afirmar à época que OutRun é um “jogo de direção”, já que não há outros corredores na pista.

E se você nunca teve a oportunidade de testar esse clássico, deve estar se perguntando agora: mas se não há adversários, contra quem estamos correndo em OutRun? E a resposta é bem simples: corremos contra o tempo, que não pode chegar ao fim antes de atravessarmos o próximo Checkpoint. Mas não pense que esta é uma tarefa fácil, pois os carros de passeio estarão na rua correndo feito tartarugas para nos atrapalhar o máximo possível.

Golden Axe II

Se tem algo que aprendemos durante a elaboração desta lista, é que as desenvolvedoras de games da era dos 16 bits não brincavam em serviço quando o assunto era fazer sequências. E mantendo a tradição, Golden Axe II elevou o clássico primeiro título da franquia a outro patamar de qualidade, com uma jogabilidade ainda mais fluida, chefões inesquecíveis, além de apresentar efeitos de tirar o fôlego durante o uso das habilidades especiais de cada personagem.

E se hoje podemos afirmar sem medo de errar que os anos 90 foram o período áureo dos Beat’n ups, com toda certeza a franquia Golden Axe é uma das principais responsáveis por essa afirmação, sendo presença obrigatória na coleção de qualquer dono de um Mega-Drive na época.

Super Street Fighter II

Se o gênero Beat’n up fazia um estrondoso sucesso durante o período retratado aqui, o mesmo pode ser dito, sem sombra de dúvidas, sobre os games de luta. E como todos sabem, Street Fighter II foi o grande responsável por iniciar toda essa febre. Mas quando todos achavam que nada poderia ser melhor do que este grandioso clássico, a Capcom foi lá e lançou Super Street Fighter II, trazendo melhorias na jogabilidade, gráficos e adicionando ainda 4 novos personagens.

E para deixar tudo ainda mais incrível, a versão desta jóia para o Mega-Drive ficou extremamente fiel à versão dos Arcades, trazendo aos donos do console basicamente a mesma sensação que tinham ao gastar umas fichas no barzinho da esquina. Quem teve a sorte de ter este cartucho em sua coleção, com toda certeza tem ótimas memórias com a presença dos amigos no sofá da sala.

Michael Jackson’s Moonwalker

Ao ser perguntado sobre elementos da cultura pop que marcaram os anos 90, seria praticamente impossível elaborar uma lista sem incluir o ícone Michael Jackson. O Rei do Pop tocava nas rádios da época com a mesma frequência em que respirávamos, e sua imagem era explorada ao máximo possível por seus empresários.

Então é claro, lógico e evidente que o polêmico e talentosíssimo artista acabou indo parar no universo dos games, tornando-se protagonista do título Michael Jackson’s Moonwalker. Mas engana-se quem pensa que Moonwalker foi apenas um game genérico criado para vender cópias em cima do nome de MJ. Com uma jogabilidade viciante, cenários que remetiam a seus clipes mais famosos e até mesmo uma habilidade especial que fazia com que os inimigos acompanhassem o protagonista em seus passinhos, este título acabou se tornando um verdadeiro clássico do console, além de uma grande homenagem à memória de Michael.

Earthworth Jim

Não sabemos quem chegou a pensar por um momento que desenvolver um jogo de ação e plataforma cujo protagonista seria uma minhoca vestindo um traje espacial seria uma boa ideia. Mas o fato é que Earthworm Jim acabou nascendo e não apenas fez um enorme sucesso, como se consagrou como um dos melhores jogos da época, ganhando inclusive “ports” para outras plataformas, como o PC.

Além de ser um título que se destaca pelos aspectos técnicos impecáveis, Earthworm Jim chamava a atenção pelo senso de humor, muitas vezes tirando sarro do próprio protagonista rastejante. E se você é fã de jogos de plataforma, recomendamos que dê uma chance a este clássico mesmo nos dias de hoje, pois trata-se de um game que envelheceu como o uísque.

World of Illusion Starring Mickey Mouse and Donald Duck

Assim como o fenômeno Michael Jackson, já mencionado por nós aqui, um outro elemento que ajudou a definir a cultura pop dos anos 90 foram os filmes da Disney. Quem é dessa época, com certeza chorou e deu muitas risadas com os clássicos Rei Leão, Aladdin, A Pequena Sereia, 101 Dálmatas e vários outros, sendo possível ficar citando títulos por uns dois dias sem parar.

E obviamente a Disney não perdeu a oportunidade de levar seus adorados personagens ao universo dos videogames, sempre fazendo questão de manter o mesmo nível de qualidade de seus filmes em seus jogos. E um desses jogos que se tornaram sucesso absoluto de crítica público foi World of Illusion, um fenomenal título de plataforma que permitia que até dois jogadores se divertissem em modo cooperativo sob o comando dos personagens Mickey e Donald, podendo ser considerado como uma evolução natural dos clássicos Castle of Illusion e Quackshot, duas outras preciosas jóias da Disney e do Mega-Drive.

Streets of Rage 2

Chegando com os dois pés na porta, temos Streets of Rage 2, game que ajudou a definir o gênero Beat’n Up na era de ouro dos 16 bits. Se andar pelas ruas da cidade distribuindo socos e chutes nos bandidos já era divertidíssimo no primeiro título da franquia, essa sequência elevou ainda mais o nível com a inclusão de movimentos especiais para os personagens, além de contar com uma jogabilidade menos travada.

E o sucesso do título foi tão grande na época, que Streets of Rage 3 ainda chegou a ser lançado dois anos após a chegada de seu antecessor. Porém, apesar de ser igualmente incrível e divertido, trazendo ainda diversas inovações para a série, não chegou a ficar tão marcado no coração dos gamers da época. Ah, para quem não sabe, Streets of Rage 4 foi lançado em abril do ano passado e já é considerado como um grande sucesso pela crítica especializada.

Phantasy Star IV: The End of the Millennium

Se você está lendo o conteúdo dessa nossa lista dos melhores jogos para o Mega-Drive com muita atenção, talvez se lembre quando dissemos que apenas dois jogos do console fizeram frente aos títulos do Super Nintendo no que se refere à RPGs. Um deles é Shinning Force II, já citado anteriormente. E o outro, como muitos já deviam imaginar, é Phantasy Star IV: The End of the Millennium.

Com uma história incrível, personagens cativantes e um sistema de batalha robusto, que permitia até mesmo a criação de macros para execução de combos de habilidades, este game é considerado uma verdadeira joia dos 16 bits. O único problema, é que assim como seu título sugere, Phantasy Star IV fecha a história da franquia sem deixar nenhuma brecha, e por isso nunca tivemos uma sequência em todos esses anos. Mas bem que podia rolar ao menos uns remakes, né Dona Sega?

Road Rash 2

Quem acompanha mais de perto a indústria dos videogames, sabe que jogos de corrida de moto tradicionais nunca fizeram grande sucesso com os fãs, sendo praticamente impossível citar ao menos um título que tenha se tornado um clássico do gênero. Mas se deixarmos a questão da “corrida limpa” de lado, há pelo menos um game de motovelocidade que alcançou esse status, sendo ele Road Rash 2.

Caso você esteja ouvindo esse nome pela primeira vez, Road Rash é uma franquia de games de corrida de moto da EA nascida na era dos 16 bits. Mas ao invés de correr num autódromo com a preocupação única de acelerar o suficiente para ultrapassar seus adversários, as corridas de Road Rash aconteciam nas ruas e sem qualquer tipo de regra envolvida, valendo socar, chutar e até mesmo enfiar um porrete ou uma corrente no meio da cara dos outros corredores para derrubá-los de suas motos. E convenhamos que apesar de violento e imoral, era divertidíssimo fazer tudo isso!

ToeJam & Earl in Panic on Funkotron

No ano de 1991, o game ToeJam & Earl foi lançado para o Mega-Drive, sendo ovacionado pela crítica especializada, vindo a se tornar um verdadeiro clássico cult da indústria. Mas sua sequência, que leva o subtítulo “Panic on Funkotron”, merece ainda mais um lugar de destaque nessa lista por ser um game um pouco mais “palatável” para o público geral.

À primeira vista, este título parece ser apenas mais um jogo de plataforma 2D genérico dos anos 90. Mas basta alguns minutos no controle para perceber que se trata de muito mais que isso. Para começar, o objetivo dos heróis alienígenas é “capturar” terráqueos que foram parar no planeta musical Funkotron. E quando falamos em capturar, é no melhor estilo Pokémon, atirando capsulas esféricas que parecem as famosas Pokébolas da franquia da Nintendo. Tudo isso ao som de muita batida e com a ajuda de um amigo em modo cooperativo.

Shinobi 3: Return of the Ninja Master

Após quatro longos anos de espera desde o lançamento de The Revenge of Shinobi, finalmente os fãs de um dos mais famosos ninjas da cultura pop puderam sorrir mais uma vez com a chegada de Shinobi III: Return of the Ninja Master, em 1993. E toda essa espera acabou valendo muito a pena, já que o terceiro título da série trouxe diversas inovações em termos de jogabilidade, como novas habilidades especiais, chutes aéreos e a introdução de um “dash”.

E para tornar a aventura ainda mais épica e estilosa, duas fases bem distintas foram elaboradas com um sistema de jogabilidade diferenciado. Em uma delas, Shinobi atravessa um campo montado em um cavalo enquanto tenta se livrar de seus inimigos. Em outra, o ninja deve avançar e batalhar enquanto surfa em uma espécie de prancha futurista na água. Haja imaginação!

Ultimate Mortal Kombat 3

Se você viveu a era de ouro dos 16 bits durante anos 90, com certeza já estava esperando aparecer um game de luta por aqui. E se tivemos Super Street Fighter II como representante do gênero mais acima, claro que aqui não poderíamos deixar de fora a franquia Mortal Kombat, escolhendo aqui a versão Ultimate de seu terceiro título.

É bem verdade que UMK 3 foi lançado já no final do ciclo da geração do Mega-Drive, num período em que muitos gamers já se deliciavam com seus Playstations. Mas não teria como escolhermos a versão clássica do game quando há disponível uma edição que adiciona nada mais e nada menos do que 10 personagens, incluindo alguns grandes favoritos dos fãs, como Scorpion, Reptile, Mileena e Kitana.

Aladdin

Em um primeiro momento, já falamos um pouco sobre a importância da Disney no cenário do entretenimento dos anos 90, assumindo um papel de protagonismo com seus inúmeros filmes e jogos clássicos. E um desses títulos de maior relevância foi Aladdin, game lançado para o Mega-Drive em 1993, um ano após a chegada do filme de mesmo nome aos cinemas.

E numa época em que jogos de plataforma 2D eram lançados em profusão, Aladdin se destacava pela jogabilidade fluida, gráficos belíssimos, trilha sonora digna de cinema e cenários que nos faziam sentir como se estivéssemos vivendo o filme. Na verdade, não seria exagero algum afirmar que Aladdin é o melhor jogo da Disney nos 16 bits, mesmo como uma concorrência pesadíssima.

Ecco the Dolphin

Se você apenas ouviu falar no clássico Ecco the Dolphin, e nunca chegou a jogar essa verdadeira obra de arte, muito provavelmente deve imaginar que se trata de um game bobinho, no qual assumimos o papel de um adorável golfinho, com o objetivo de nadar pelo oceano desviando de obstáculos, enquanto fazemos umas gracinhas. Mas felizmente estamos aqui para dizer que em poucas vezes na sua vida, você esteve tão errado.

Apenas para se ter uma ideia, evitando dar maiores spoilers, Ecco the Dolphin envolve viagens temporais, guerras envolvendo uma civilização antiga e esquecida, além da enigmática presença de uma raça alienígena em meio a isso tudo. Ou seja, Ecco apresenta uma trama mais complexa e bem construída do que boa parte dos jogos lançados nos dias de hoje. Aposto que deu até vontade de experimentar agora, né?

Jungle Strike

Adicionando mais uma sequência à nossa lista dos melhores jogos do Mega-Drive, temos Jungle Strike, sucessor do aclamadíssimo Desert Strike. Dessa vez, ao invés dos desertos do Golfo Pérsico, o jogador assumia o comando do lendário helicóptero Comanche participando de combates e missões de resgate e escolta através do continente americano.

O grande diferencial de Jungle Strike em relação a seu antecessor é o fato de se poder controlar outros veículos de combate além do tradicional helicóptero, como uma moto, um Hovercraft e até mesmo um poderoso caça F-117. E a prova de que se trata de um verdadeiro clássico dos games, é o fato de que Jungle Strike foi lançado para nada mais e nada menos do que 9 plataformas diferentes, sendo o PSP, console portátil da Sony, a mais recente delas.

Altered Beast

Pra fechar nossa lista com chave de ouro, trazemos Altered Beast, título conhecido por qualquer gamer que tenha mais do que 20 minutos de vida na Terra. Mas se você vive numa bolha, a gente te dá uma ajudinha: Altered Beast é um game de ação e plataforma que pode ser jogado por até duas pessoas em modo cooperativo.

Mas o que realmente chamava a atenção no jogo eram as transformações insanas sofridas pelos protagonistas, que dependendo da fase podiam virar lobisomens, dragões, ursos ou até mesmo “homens-tigre”, cada um com habilidades únicas. Altered Beast é um outro título que poderia muito bem ganhar um remake nos dias de hoje.



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